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Em Janeiro de 2019, a operação “Os Intocáveis” prendeu integrantes da milícia que opera em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um dos alvos da operação foi o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de chefiar a milícia de Rio das Pedras e integrar o grupo de extermínio Escritório do Crime – atualmente investigado pela morte de Marielle Franco. Sua mãe e sua esposa já trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Mas a notícia não surpreendeu o sociólogo José Cláudio Souza Alves. Em entrevista à Agência Pública, ele resume, com veemência: “A milícia é o Estado.” Segundo sua análise, a família Bolsonaro é herdeira política de deputados ligados a grupos de extermínio nos anos 90.

 

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Em 14 de março de 2019 o assassinato da vereadora e ativista de direitos humanos brasileira Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, completaram um ano. As investigações permanecem uma trama obscura, de muitas perguntas sem respostas.